Profissional de comunicação e marketing, disponível para contratação fixa e também para prestação de serviços como autônomo.
Nesta parte da apresentação, você poderá comparar meu perfil com as necessidades da empresa para qual está recrutando.
Nesta parte, uma entrevista simulada, trago respostas às perguntas mais comuns sobre meu perfil profissional.
Minha formação é multidisciplinar: Informática (técnico, Sociesc, 1993) + Comunicação (bacharel, PUC PR, 1999) + Gestão (MBA, FGV, 2002).
Da área de Informática, na qual fui consultor, instrutor, autor de livro técnico e desenvolvedor de software, trago a capacidade de aprender (até como autodidata) e rapidamente utilizar sistemas e a capacidade de adaptação às mudanças na organização e inovações tecnológicas. E também o profundo conhecimento no uso de programas como Office (Word, Excel, PowerPoint e Outlook), Datasul EMS, Vision EIS, WordPress e Corel Draw.
Da área de Comunicação, minha formação em Publicidade, trago o conhecimento das ferramentas integradas de Marketing, da construção de imagem corporativa e da criatividade.
Meu perfil completa-se com a formação administrativa (MBA), que proporciona a visão da gestão e da aplicação das ferramentas de tecnologia e comunicação aos negócios das empresas.
Em paralelo, minha experiência como voluntário em ONGs agrega a visão da responsabilidade social e a capacidade de gerar resultados com poucas verbas.
A liderança vertical (da forma mais convencional, a hierárquica) foi exercida quando, em 2008, coordenei uma equipe de campo, usando principalmente meios de comunicação à distância, neste país continental. Já a liderança horizontal, aquela decorrente de projetos (não da hierarquia) foi exercida várias vezes entre 2001 e 2008, na gestão de produtos (do lançamento à descontinuidade) - conduzindo o trabalho conjunto de vários departamentos e também conduzindo (junto com fornecedores internos e externos) todos os projetos de e-business da empresa.
Se um dos papéis do líder é capacitar, também tive essa oportunidade, preparando estagiários, assistentes, colega (que me substituiu em algumas funções quando fui transferido) e minha equipe de campo.
Nos meus trabalhos voluntários, como diretor de uma ONG, criei um departamento e pude experimentar uma forma bastante complexa de liderança: a de pessoas não remuneradas, sem vínculo empregatício com a instituição.
Minha formação, também voltada para liderança (bacharelado na área de humanas seguido de um MBA) foi complementada por curso no COL - Clube de Oratória e Liderança de Joinville, para o desenvolvimento de habilidades de expressão, de grande relevância para condução de negócios, vendas, treinamento de equipe e apresentação de projetos e resultados.
Mesmo sendo de família humilde (mãe manicure e pai operário), a educação sempre foi prioridade, tanto para meus pais quanto para mim. A verba para escolas de boa qualidade gerava falta nos brinquedos, nas viagens, nas roupas e no lazer. A mudança para Curitiba, com fins de estudo, causou a troca da moradia familiar por uma moradia estudantil coletiva e a perda do conforto por anos. Mas, tudo isso valeu a pena. Nunca acreditei que apenas um diploma fosse suficiente, por isto investi na formação de excelência.
Meu ensino médio (técnico) foi na Escola Técnica Tupy (Sociesc), a graduação na PUC PR e o MBA na Fundação Getúlio Vargas. Todas são instituições de ensino amplamente reconhecidas. Com esta excelente formação, cursos complementares e ampla experiência, meu perfil profissional permite assumir grandes desafios nas empresas.
Dois assuntos cada vez mais importantes nas empresas, que exigem profissionais experientes. Justamente ao praticar minha Responsabilidade Social Pessoal (trabalhando como voluntário em ONGs desde 1996), palestrar e manter um site sobre o assunto (Sencivitas), posso fazer a “ponte” entre as empresas (e suas marcas) e o Terceiro Setor.
Estimo que 70% do meu trabalho realizado de 1996 em diante têm relação com a Internet. A origem disto é a múltipla formação (técnico em Informática, bacharel em Comunicação e MBA com ênfase em Comércio Eletrônico).
Esta experiência inclui o desenvolvimento de sites, planejamento e gestão de projetos de e-business, desenvolvimento de conteúdo para sites, campanhas online (e-mail, mídia e buscadores), monitoramento e ações em redes sociais, projetos de catálogos multimídia e hot sites, além de comércio eletrônico (B2B no Brasil e varejo nos EUA). Também escrevo sobre o assunto em meu site.
Felizmente, sou intermediário entre a geração profissional anterior (da qual herdamos a base da gestão e do marketing) e a nova (dos meios digitais).
Apesar de ter direcionado minha carreira para Comunicação e Marketing no ano 2000, minha experiência prática começou ainda na faculdade, em 1996.
Esta experiência em Marketing inclui: planejamento, análise e pesquisa de mercado, marketing de relacionamento (coordenação de equipe de campo para visitas aos influenciadores, CRM, database, eventos corporativos e programas de fidelização), trade marketing (atendimento ao varejo, campanhas de vendas, ações no PDV e acompanhamento regional), branding (gestão de marcas), marketing de produtos (gestão do ciclo de vida, incluindo lançamentos, reposicionamentos e retiradas e análise de desempenho de portfólio), monitoramento de concorrência, pricing (análise de custos e margens, definição de preços, políticas comerciais, tabelas e campanhas) e marketing digital (citado acima).
A experiência em comunicação inclui: logo design, programação visual, redação, criação de material impresso e online, gestão de propaganda e comunicação interna.
A experiência de anos redigindo textos no meio corporativo, no próprio site (como os artigos e comentários de notícias) e ministrando palestras é relevante ferramenta para a comunicação nas empresas em que eu tenha oportunidade de trabalhar.
Acredito no trabalho como atividade que deve ir além da busca pelo sustento e sim pela satisfação que proporciona e pela capacidade de ensinar e aprender. O trabalho se justifica quando gera, para a empresa que o paga, resultados em continuidade e crescimento. Primo pela qualidade de vida e qualidade do tempo. Prefiro o trabalho criativo, estratégico e desafiador ao burocrático. O que não significa que não faça o burocrático, que deve ser, na minha visão, apoiado por racionalização e tecnologia.
Posso resumir em criatividade e lealdade. Outros pontos positivos são decorrentes, como comunicação e expressão (que decorrem da criatividade) e a honestidade, dedicação, resiliência e persistência (que decorrem, em parte, da lealdade). Fora da avaliação comportamental, diria que minha formação multidisciplinar e a experiência diversificada são úteis às empresas também.
Não diria pontos “fracos” ou “negativos” e sim aspectos que necessitam cuidados. Considero-me um pouco ansioso, característica que exige autocontrole. Conhece aquela criança hiperativa que cresceu? Diria que sou um pouco “elétrico”. Isto é até bem aproveitado quando se exige criatividade e determinação, mas sempre procuro me conter, até ouvindo as pessoas em volta, quando demonstro essa ansiedade, por exemplo, falando muito alto ou muito rápido. Outro ponto é que sou bastante concentrado, o que é útil para atividades que exigem atenção aos detalhes, mas isto pode dar a impressão de que não presto atenção às pessoas, o que também exige certo autocontrole.
Para não ficar muito longa esta página, segue o link para a minha página pessoal, com estas respostas (já que são questões pessoais).
http://www.sitecharles.com/charles/apresentacao-pessoal
Meio cheio. Minha visão é realista e otimista. Se existe 50% por cento de água tenho que admitir que o copo não esteja na totalidade de seu potencial, mas vejo que, felizmente, está numa condição melhor que o vazio e que existe ali uma oportunidade de fazer este copo encher totalmente e até transbordar.
Existe uma crença para muitas pessoas de R.H. de que um profissional desenvolve suas habilidades mais do lado direto (mais criativo) ou esquerdo (mais lógico) do cérebro. Ou esta idéia é falsa ou sou uma exceção. Na idade escolar sempre gostei das matérias humanas (português, história e geografia) tanto quanto de matemática. No ensino médio cursei Informática e trabalhei com desenvolvimento de software por alguns anos. Meu curso superior é na área de humanas (comunicação) e tem foco no desenvolvimento da criatividade. Parte da minha carreira em Marketing exige este perfil criativo, mas também analítico em algumas tarefas (como o cálculo de margens e preços e a avaliação de estatísticas e resultados comerciais). Meu teste “Brain Laterization” (da Similar Minds) indicou equilíbrio (44% direito e 46% esquerdo).
Tenho sérias ressalvas quanto a estas avaliações psicológicas superficiais, que tentam nos dar um rótulo, baseado em “modelos”, é o caso da metodologia DISC. Fiz o teste DISC (da Disc Personality Testing) e o resultado (relatório básico grátis) foi “primariamente I” (Influência). Não quer dizer que não inclua traços dos demais (D/S/C). Alguns comentários sobre este perfil “mais I” até condizem com a minha realidade: persuasivo, comunicativo, falante (usando bastante os gestos), preparador de pessoas e otimista. Mas, não se aplica ao meu perfil “valorizar mais a popularidade do que os resultados” (na prática, a meu ver, a popularidade é um meio de influenciar pessoas para que se atinjam resultados) e muito menos a idéia de “não se ater aos detalhes” (pelo contrário, sou muito analítico).
Também fiz o teste DISC brasileiro denominado e-talent (da HLCA / portal vagas.com.br). Lá não revelam (no relatório grátis) a letra do perfil preponderante (D, I, S ou C), mas um “perfil” (se não me engano, dentre 40), que diz que a pessoa é do tipo “empreendedor, gerenciador, diplomata, etc.” No meu caso foi “perfil professoral”. O termo mais correto, a meu ver, seria “líder educador”. Este tipo de classificação pode gerar interpretações erradas, como achar que este perfil “professoral” serve somente ao meio acadêmico ou às funções de treinamento (na verdade, meu perfil comunicador me tornou executivo de marketing).
Fazer seleções com base em “modelos” ou “perfis” (sejam eles 4 ou 40) é quase o mesmo que fazer seleção com base nos signos (que divide as 6 bilhões de pessoas da Terra em 12 grupos homogêneos). O risco está numa visão superficial, distorcida e estereotipada por parte de alguns recrutadores, principalmente quando este tipo de teste é usado de forma eliminatório, antes de uma entrevista, de uma conversa franca, que permita ao profissional ponderar sobre seu real perfil.
No espelho. E espero que não encontre muitas rugas a mais ou cabelos a menos.
Deixando a piadinha (resposta sarcástica) de lado, que esta pergunta batidíssima merece, respondo que em 10 anos, como sou solteiro, pretendo ter família. Quero ter escrito meu segundo livro, desta vez sobre marketing ou comunicação. Obviamente, ter ampliado minha experiência profissional, deixando uma marca de líder, que traz resultados, que gerou seguidores, sem esquecer a família, a saúde, nem os trabalhos voluntários. Quero ser parte do histórico vitorioso das empresas por que passei. Em 20 anos, quero acrescentar algum trabalho criativo mais artístico, como livro de literatura ou roteiro de cinema ou TV. E que minha carreira proporcione algum legado.
Sim. E, de acordo com os objetivos de cada tarefa, nas diferentes formas de trabalho em equipe. A de sequência, como na corrida de revezamento (cada um executa uma fase), a de junção, como num jantar em que cada um leva um prato (a equipe planeja unida, se separa, cada especialista faz o seu trabalho e consolidam para o resultado final) e a simultânea (todos ao mesmo tempo, como nos remos ou num brainstorming).
A lealdade e a criatividade (que já citei na questão 2). E a capacidade de sempre aprender e ensinar. Conhecimento é algo que sempre podemos somar e compartilhar.
São raras as vezes que a gente pode escolher ou conhecer previamente (em profundidade) as pessoas com quem vai trabalhar. Procuro sempre aproveitar o que as pessoas têm de melhor e contribuir para que melhorem naquilo que é necessário. O profissional deve poder trabalhar com qualquer perfil de pessoas em sua volta. Pessoas com disposição para aprender são as melhores.
Aquele que exerce sua liderança por meio da sua autoridade (conquistada por sua competência e influência inspiradora) não somente pelo poder (concedido por posição hierárquica). O líder completo conhece as funções de sua equipe, tendo um papel de mestre naquelas funções (manda sobre o que sabe, na visão do todo). O líder não só coordena, mas orienta. Além de comandante, é um servidor e um educador.
A empresa que se enquadra em minhas ambições é ética, socialmente responsável e sustentável, que valoriza o capital humano, que tem cultura de vencedora e que me proporcione desafios e oportunidades de crescimento.
Resido em Joinville, SC. De acordo com propostas e oportunidades que avaliar, tenho disponibilidade imediata para mudança de cidade e estado. Tenho também disponibilidade para viagens.
No mercado desde 1993, considerando empregos e trabalhos autônomos, atuei em empresas de serviços (Tecnologia de Informação, educação e propaganda), mídia (revista, jornal e site) e indústria (material de construção civil), além de voluntário no Terceiro Setor (ONGs). Minhas atividades envolveram desenvolvimento de software, liderança, gestão, consultoria, treinamento, planejamento, análise e criação.
Estou disponível para trabalhar em empresas dos mais variados ramos e portes.
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